segunda-feira, 2 de março de 2009

Crônica da JÔ - vem um livro por aí...

Engolir ou não engolir sapo? Eis a questão!
Assisti agora a pouco a um programa de TV e a discussão era essa.
Muito divertida, muito atual.
As mulheres estariam adoecendo mais (inclusive com câncer de mama!) por engolir muitos sapos durante toda vida. Cer-tís-simo!
O que a gente engole e não nos faz bem só pode judiar do corpo e da mente.
Sapo não deve ser diferente. Se for daqueles horripilantes, fica indigesto mesmo – no mínimo, uma azia gigante.
Quantos sapos eu já terei engolido? E as pessoas “sapos” que a gente tem que engolir no trabalho ou no casamento?
Muitos!
Sei não, qual a solução?
Talvez, engolir somente os sapos que cabem em nós.
Como assim? Ora, aqueles que cabem na boca da gente.
Os grandes a gente deixa lá no canto, de enfeite.
Sempre gostei de sapo – em algumas culturas simbolizam prosperidade, dinheiro.
Nunca deixei matar um sapo na minha casa.
Gosto de tê-los por perto, mesmo com um pouco de medo.
Mas, estou falando dos sapinhos de verdade – do mundo animal.
Agora se eles forem daqueles indigestos, grandes, nojentos que encontramos a toda hora a solução é deixar eles lá, sem adentrarem em nossa vida.

“Ultimamente as pessoas vêm falando muito sobre o que vem acontecendo com os sapos. A população desses animais vem diminuindo e muitos sapos vêm sendo encontrados apresentando deformidades. Deformidade é quando uma parte do corpo não se desenvolve como deveria. Pesquisadores ainda não chegaram a uma conclusão do por quê.”
(nota divulgada pela Associação Protetora de Animais São Francisco de Assis – Fatos sobre Sapos)

Viu só, os sapos podem nascer com deformidade. E se a gente engole esses bichanos doentes, o que poderá acontecer? Eis a questão...

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